Material info / difusão / propaganda

A ideia desta pàgina é de centralizar tudo que temos a nìvel de material para difundir durante a viagem

mesa de info
Seria fixe ter uma mesa com panfletos / livretes de informação / fanzines etc.
documentos PALP (na secção "informa-te) Imprimimos todos pelo menos 1 vez ?
flyers e cartazes da bicicletada
flyers da ASMAA
flyers dos coletivos que participam (Recicleta, GAIA, frackingnão, gasnaturalnão, cicloficina do Porto, CCL…)
Jornais MAPA (pelo menos o ùltimo, e um antigo que tinha um dossiê “a factura da fractura hidraulica”

TODO

- zine fracking.. o que é o fracking?? artigo

infografia sobre fracking
– zine petroleo no mar artigo
– zine ou flyer por regiao/multinacionais/concessoes/politicos
– zines energias descentralizadas/alternativas
– zines natureza no atlantico??
– zines… TTIP, transgénicos, privatização da agua…
MAPA da rota e das concessoes e dos furos na zona

quem precisar de login no site, avise!

filmes e clipes para projetar
Quais são os filmes que temos com legendas ? Quais filmes gostavam de mostrar, e eventualmente fazemos as legendas.
Gasland legendas aqui
hà muitos vìdeos no site da ASMAA
este é fixe, sobre mobilização em Odeceixe, cerca de 5 minutos Odeceixe Against Fracking
Fracking Hell : the untold story, 17 min, precisa legendar _perhapsaljezur:Esta legendado!!! (mail a bicicletada enviado daki a pouco)
Algarve Livre de Petroleo sobre o movimento no ALgarve e a jornada em Faro do 12 de março (em português ++)

filme frackmisto

Proposta de perhapsaljezur para traduzir em portugues (legendas e audio) que vos parece? what is fracking sobre o que é fracturamento hidraulico e suas consequencias em 5min

Goodies
autocolantes da bicicletada
patches
T-shirts

 

oi—documentos PALP dispenso…

Da ASMAA, vamos rerirar ideias mas não sei se vamos andar com flyers … deles…

videos das acções no algarve é boa ideia… e documentos também…

 
 

Jornais também não, demasiado peso

Doc’s Film,s… com legendas muito dificil…. Levar todo o quee xdxiste em Português e depois existeme stes:

en.wikipedia.org/wiki/Promised_Land_(20...

www.youtube.com/watch?v=LPkkSzV7aGM

www.youtube.com/watch?v=bpLW4Nvq5hw

www.youtube.com/watch?v=V3K0kV7UcME

www.youtube.com/watch?v=OmzlxFZ_-oU

 
 

juntar imagens de várias acções pelo mundo e comentá-las em voz off … e fazr um Video de 5 a 10 minutos?

 
 

texto para enviar mails a pessoal e a grupos que possam estar interresados em colaborar na viagem:

Se recebeste este mail é porque nós ou alguém que colabora na viagem ou apoia acha que podes trazer mais á viagem ou podes estar interessado em saber mais sobre a exploração de gás e petróleo em Portugal e no Mundo e o impacto na natureza, incluindo em nós humanos. Gostaríamos de saber se estão interessados em participar ao receberem-nos no vosso espaço, projecto ou num local para uma secção de informação, partilha de ideias, colaboração nas hortas, num projecto de energia alternativa, dar a conhecer um projecto educacional ou projectos sociais alternativos e/ou horizontais. O trajecto planeado é este: bicicletada.colectivo1000101.org/pt/act.... Confere a data que passaremos na tua localidade, e se quiseres colaborar no evento, contactamos.
No Blog podes conferir a lista de colaboradores, ler o nosso manifesto, saber mais sobre o tipo de explorações e locais de preferência das petrolíferas
Abraços e até…

 
 

Bacia Lusitanica:

Bacia Lusitânica
A bacia vai sensivelmente da área ao largo de Aveiro até á península de Setúbal., com uma área de 28.000 km2. Existem dois sistemas petrolíferos identificados na bacia, um sistema pré sal e um sistema suprasalt.
ATÉ AOS ANOS 80:
Foram perfuradas várias áreas. 51 furos eram testes superficiais, 7 eram testes em profundidade até aos 2.000 metros e mais. Foi encontrado heavy oil em 41 dos furos e Lith Oil em 6. Isto representou 64% dos poços perfurados no onshore, 91% da descoberta de Heavy OIL e 55% do Lith Oil encontrado. O primeiro furo foi em 1939: só mais tarde em 1963 se voltou a perfurar. A Petrogal procurou parceiros maioritariamente Franceses e a Mobil. Depois de 1963 os poços de exploração para teste onshore (terra) foi limitado a poços superficiais com o objectivo Heavy Oil. 27 dos 90 poços perfurados perfuraram mais de 1000 M, 10 furos abaixo dos 2.000 m, e 1 para lá dos 3.000 m.

No Offshore – os primeiros contractos em 1973 foram entregues a empresas estrangeiras. Foram perfurados 20 poços de exploração, com operadores como a Shell, Sun, Esso e Texano. Os furos foram dos 2.000 aos 4.000 metros de profundidade. Todas as sondagens foram fechadas e abandonadas, embora algumas tenham apresentado muito bons indícios de petróleo e duas delas, Moreia-1 e 14 A-1 (offshore Figueira da Foz), produziram pequenas quantidades de óleo em drillstem tests.
Estavam 4 áreas activas em 1981, 2 concessões da Petrogal e as outras entregue a empresas estrangeiras. Mais tarde foi assinado um contracto com a empresa canadiana Sceptre, Bom Valley, e Siebens. A Sceptre perfurou o primeiro poço profundo no onshore, em Outubro de 1980. Nesse ano foi assinado um contracto com a Union Texas, subsidiária da Allied Chemical. Não existe duvida sobre a Bacia ser geradora de petróleo. Duas fontes são promissoras: uma no Barreiro, onde foi encontradas boas amostras de ligh Oil; em Arruda, Vila Franca de Xira, onde também se encontrou Ligh Oi, sendo necessária a técnica Thermal Estimulationl. Sendo a área Oeste, principalmente Bombarral, Cadaval e Alenquer promissora para gás de Xisto, seguidos de Torres Vedras, Alcobaça. E agora com mais aéreas de estudo como Pombal e Batalha. Já existiram concessões em S.Pedro Muel, Rio Maior, etc… Dos 110 poços perfurados na bacia, 60 encontraram petróleo e gás. 45 destes consistia em heavy oil, em amostras superficiais perto de Torres Vedras e Monte Real. 15 poços profundos perfurados mostram petróleo, 4 no onshore da Figueira da Foz e 11 no onshore.

Entrada no ano 2000
De 1978 a 2004, foram atribuídas 23 concessões no onshore e 1 no offshore da Bacia Lusitânica. No final de 2006, apenas uma companhia operava em Portugal, Mohave Oil & Gas, detentora de 2 concessões no onshore da Bacia Lusitânica. Na região de Alcobaça, a Mohave encontrou fortes indícios de gás em duas das sondagens realizadas e, na região de Torres Vedras, realizou um conjunto de sondagens, com recuperação de óleo em fraturas e iniciou testes de produção. A empresa tinha adquirido, em 1996, 224 km de sísmica no onshore e, em 2000, 760 km no offshore. Em 2007 houve um significativo incremento na prospeção e pesquisa de petróleo em Portugal com a assinatura de 12 novos contratos 5 concessões no onshore e offshore da Bacia Lusitânica.
Em 2010, ocorrem as primeiras campanhas sísmicas 3D em Portugal. A primeira, com 2096 km2 foi realizada no deep-offshore da Bacia de Peniche, seguida de outra com 117 km2 na região de Torres Vedras, onshore da Bacia Lusitânica. Nos dois anos seguintes, outros levantamentos de sísmica 3D foram realizados: ; 1100 km2 no offshore da Bacia Lusitânica; 400 km2 no onshore da Bacia Lusitânica. Em 2013, 1 contrato de concessão no onshore da Bacia Lusitânica foi assinado
Como consequência da extinção da Mohave Oli & Gas (detida a 100% pela Porto Energy), todos os seus contratos de concessão expiraram (Aljubarrota/Alcobaça, Torres Vedras) em Dezembro de 2014. Outras empresas candidataram-se a áreas de concessão no onshore da Bacia Lusitânica, cujos processos estão a decorrer. Também em 2014, a Oracle Oil & Gas Corporation requereu o abandono da área de concessão que detinha no onshore da Bacia Lusitânica, cujo processo também está em análise. A Australis Oil & Gas Ltd. requereu a atribuição de três concessões, mediante Negociação Direta.
Os contratos de concessão das áreas denominadas “Batalha” e “Pombal” foram assinados, em 2015/09/30, com a empresa Australis Oil & Gas Portugal. Estando a concessão do Cadaval em avaliação.

 
 

Bacia de peniche

Em maio de 2007 a Galp Energia assinou com a Petrobras e a Partex um acordo para a exploração e produção de petróleo na bacia de Peniche, na costa portuguesa.
Eventuais descobertas comerciais serão exploradas pelo consórcio num prazo de 30 anos.
Em 2014, destaca-se o farm-in da Kosmos Energy nos quatro blocos da bacia de Peniche, que adquiriu uma participação de 31%. A Repsol mantém-se como operador dos blocos com uma participação de 34%, após a saída da Petrobras em 2013.
Em 2016 as Áreas “Camarão”, “Amêijoa”, “Mexilhão” e “Ostra” estão activas com o consórcio Galp/Kosmos/Repsol/Partex.

 
 

bacia do alentejo.

Em 2007 O consórcio liderado pela australiana Hardman Resources e participado pela Partex e pela Galp, assinaram três contratos com o Estado português para pesquisa e exploração de hidrocarbonetos em águas profundas ao largo da Costa Vicentina. Os três contratos assinados atribuem direitos de exploração em três áreas distintas, localizadas no mar, designadas Gamba, Lavagante e Santola, totalizando uma área de 9000 km2. Foram os primeiros contratos assinados em Portugal para pesquisa e exploração de hidrocarbonetos na costa portuguesa ao fim de muitos anos. deles resultarão os primeiros trabalhos de pesquisa em águas profundas feitos no País, já que outras adjudicações, feitas nos anos 70 e 80, visaram apenas a prospecção na orla costeira, ou seja em águas pouco profundas, ou em terra.
Em 2014 O Governo prolongou o prazo da concessão que permite à Galp explorar petróleo em Portugal, mais precisamente ao largo de Sines. As adendas ao contrato foram assinadas esta tarde, no mesmo dia em a italiana Eni acordou com a empresa portuguesa entrar neste projeto como principal investidora. Em 2015 Três áreas estavam a ser pesquisadas pelo consórcio Eni, Galp, e mais duas em negociação com a Kosmos Energy. Para 2016 está anunciado a perfuração em águas muito prefundas para exploração.
“Para nós é muito excitante que esta seja a primeira exploração em águas ultra-profundas em Portugal”, disse o director executivo para o petróleo da Galp, Thore Kristiansen, durante o Capital Markets Day em Londres esta terça-feira, 15 de Março. A perfuração vai ter lugar a 80 quilómetros ao largo de Sines, nas águas ultra-profundas do Alentejo.

Apesar das atenções estarem centradas no mar, ao logo da costa alentejana, a verdade é que em terra também existem preocupações a ter em conta. Uma das áreas anunciadas pela Partex Oil and Gas, pela voz do seu presidente apresenta a Serra da Ossa, no Alto Alentejo como possível fonte de gás de xisto. Para colmatar, as concessões que se encontram hoje no algarve devessem a estudos realizados no baixo Alentejo.
O Grupo do Flysch do Baixo Alentejo tem vindo a ser apontado como um potencial “play” de “shale gás especialmente na Formação de Mira. Para tal, foram realizadas análises sobre 32 amostras, 26 pertencentes à Formação de Mira e 6 já pertencentes à base da Formação Brejeira. A Zona Sul Portuguesa (ZSP) e o seu Grupo do Flysch do Baixo Alentejo (GFBA) foram considerados como potenciais geradores de gás natural não convencional (shale gas). Foram recolhidas algumas amostras das formações Mira e Brejeira. O estudo aqui foi desenvolvido para uma tese de Mestrado em Engenharia Geológica e de Minas no Instituto Superior Técnico (IST), tendo sido realizado no sector central da ZSP, entre as cidades de Almodôvar (distrito de Beja) e Monchique, as análises de geoquímica orgânica as amostras foram devidamente embaladas e enviadas para os laboratórios GeoData em Sehnde, Alemanha. Os resultados de Rock-Eval sugerem um potencial gerador baixo, com indicadores de presença de hidrocarbonetos.
A Formação de Mira, bem como todo o GFBA no geral, apresenta um elevado grau de maturação e aparenta ter esgotado o seu potencial gerador. Contudo é de salientar que a existência de picos S1 do ensaio de Rock-Eval sugerem a existência de hidrocarbonetos gerados e aprisionados na formação, ainda que em baixas quantidades. Esta situação, aliado à complexa geometria, intercalação de grauvaques e os prováveis custos associados à logistica, limitam severamente a atractividade da região perante a industria petrolífera. Existe no entanto a possibilidade de estas formações terem alimentado um sistema petrolífero com reservatórios convencionais Mesozóicos a Sul, no Algarve, assumindo que exista uma concordância de “Timings” entre maturação, reservatório, selo e armadilha.

 
 

Outros:
Documental animação em galego. Não há amanhã. www.youtube.com/watch?v=MHzrsRkyZW8

O essencial sobre o litoral português, é antigo, juntei pdf

Iconoclasistas, ícones para mapas http://www.iconoclasistas.net/properties/picto-2015/, etc.

Traveling Companions, http://www.rosehipmedics.org/zines/

 
 

viva,

onde se imprimem os flyers para levar? acho k era fixe termos esses flyers da palp e da asmaa, alguns, pelo menos, nao pesa nada trazer 200 flyers a5 nao é preciso serem muitos

em lisboa ou caldas nao conhecem sitio para imprimir e trazer ja alguns?

 
 

Em Lisboa costumo imprimir na Copianço…

Questão: transportar papel é pesado.
Acredito que seja mais chato, mas será que é possível imprimir ao longo do trajecto?
Leva-se alguns e em cada local há sempre – nem que seja em tabacarias – uma fotocopiadeira…

 
 

Boas, flyers yes… mas acham que ainda há tempo para escrever um para o cidadão comum?

 
   

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